A prefeitura de Cruzeiro do Sul já mantém em seus abrigos quase cem pessoas devido à enchente do rio Juruá. Por meio de todas as secretarias a prefeitura garante alimentação, ações socais, de saúde, educação e cultura.
Na Escola Madre Adelgundes Becker, no bairro do Miritizal, estão 14 famílias indígenas da etnia Huni Kuin, sendo 72 pessoas. Na Escola Corazita Negreiros, no bairro da Cobal ,são 6 famílias, somando 22 pessoas, com um total de 94 pessoas nos 2 locais.
A gestão dos abrigos é feita pela prefeitura por meio da secretaria de Assistência Social e Cidadania. A titular da pasta, Milca Santos, enfatiza que todas as secretarias estão envolvidas.
“Estamos contando com os serviços de todas as secretarias de Cruzeiro do Sul nesse atendimento a essas famílias que estão em situação de abrigo sob a liderança do prefeito Zequinha Lima. Na Escola Corazita Negreiros temos uma criança recém nascida. Na Madre Adelgundes estamos com essa comunidade indígena acolhida com um cuidado especial, porque têm uma alimentação diferenciada, tem toda uma cultura”, conta a secretária Milca Santos, enfatizando o acompanhamento e atendimento garantidos nos abrigos.
“Essas famílias chegaram algumas sem documentos estamos providenciando a documentação delas. Estamos com a equipe técnica com psicólogos, assistente sociais, os serviços também do Creas para ter certeza que nós não estamos tendo nenhuma situação de violência contra criança ou maus tratos ou algo parecido. Temos também atividades culturais e pedagógicas e estamos oferecendo alimentação, refeições, café, almoço, janta e também tem uma instituição social que está fazendo lanche, está sendo oferecido lanche às 4 horas da tarde, de forma que nós estamos procurando deixar as famílias da maneira mais confortável. Estamos contando com os serviços de todas as secretarias de Cruzeiro do Sul nesse atendimento a essas famílias que estão em situação de abrigo sob a liderança do prefeito Zequinha Lima”, relata
As equipes da Defesa Civil Municipal e Corpo de Bombeiros contam com barcos, voadeiras e embarcações pequenas, além caminhões e caminhonetes, para as ações de monitoramento e retirada das famílias.