Cruzeiro do Sul, Acre, 10 de março de 2026 21:26

Jornalista que chamou Márcio Bittar de caloteiro, trapaceiro e enganador agora é pago pelo senador pra atacar o governador do Acre

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O jornalista Archibaldo Antunes está lotado no gabinete do senador Márcio Bittar, de quem recebe, além de religioso salário, orientações diretas para atacar o “aliado, amigo” e governador Gladson Cameli (PP). O faz em troca de uma remuneração bruta de R$ 2.2 mil.

Antunes dispara impropérios contra a família e à honra do governador, imputando-o nas redes sociais condenações, injúrias, difamações e comentários jocosos. Usa e abusa da imagem do empresário e pai do governador, outro cujo envolvimento em ilícitos não resta comprovado.

Tudo acontece sem que o chefe canalha e aproveitador lhe chame a atenção.

Aliás, Bittar, conforme apurou a reportagem, somente apresenta “contas” altíssimas (cargos e mais espaço de poder no governo) para Cameli “pagar” (nomear, remanejar aumentar o reduto eleitoral do senador).

Nem mesmo uma singela solidariedade ele teve a honradez de manifestar enquanto o governador e sua esposa enfrentam acusações e julgamentos antecipados.

Bittar força o governador a apoiar a mulher dele, Márcia Bittar, que teima em manter candidatura suicida ao Senado.

O assessor do senador chegou a assumir o PHS, apoiando o PT e a Frente Popular nos governos de Jorge e Tião Viana.

Naquela época Bittar foi alvejado “no coração” pelo seu hoje serviçal.

Márcio era deputado federal e foi taxado, dentre outros adjetivos, de caloteiro, enganador, trapaceiro, falastrão, estúpido.

“Decididamente, Marcio Bittar teria sido muito mais útil ao Acre se nunca tivesse deixado de fazer parte da bucólica paisagem de sua fazenda em Sena Madureira”, alfinetou.

As conclusões do internautas a gente facilita na ilustração acima, um dos artigos do jornalista (que virou amiguinho) sob o título “O Carnaval Solitário de um Tucano trôpego”.

Leia-se “trôpego” aquele que mal consegue mover os membros.